Acho o manuseio com tinta e papel, pano, seja lá onde aplicar, sempre um desafio.Os lápis dão o controle, as tintas exigem respeito. Tem que saber domar o pincel, medir a força, analisar pra onde expande, se reforça, enfim, mas é uma terapia. Como se olhasse o curso da água do rio ou as formas que tem as nuvens.

Volta ou outra alguém me pede, outras eu crio, mas é sempre a história do "casa de ferreiro, espeto de pau". Faço as coisas aos meus amigos com a maior vontade, enquanto meu baú parece olhar-me com tristeza implorando cores... rs

PS: Essa caixa não terminei até hoje! Faz uns dois anos que estou para grampear os álbuns de fotos e... nada..
Essa tbm, terminada mesmo só essa parte! .
A única da família colorida que foi encerrada...


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